Ganesha simboliza a sabedoria, inteligência, amor, fertilidade e prosperidade. É o primeiro a ser invocado nas cerimônias para garantir o sucesso em qualquer empreendimento. Ele destrói todos os obstáculos materiais e espirituais. Os indianos dedicam à Ganesha o dia 9 de setembro para homenageá-lo (é feriado na Índia e as festividades duram uma semana)... veja "A História de Ganesha" postado no Blog em julho/2009

“O Yoga acredita em transformar o individual antes do universal.
Qualquer mudança que nós quisermos que aconteça fora de nós, deve primeiramente acontecer dentro de nós.
Se você caminha em paz e expressa esta paz em sua vida cotidiana, outros verão você e certamente aprenderão algo.”




sexta-feira, 14 de maio de 2010

A NECESSIDADE DE SER FELIZ


TEXTO DE TALES NUNES

Todos nós possuímos desejos. Os desejos não surgem em nós misteriosamente, eles são cultivados. Primeiro surge um pensamento que é desenvolvido, alimentado e, como consequência, torna-se um desejo. Nós cultivamos desejos assim como cultivamos nossas plantas. Regamo-os e adubamos a terra para que eles ganhem força. Porém, quando necessitamos podá-los, não sabemos qual ferramenta usar, pois a plantinha virou uma árvore frondosa. E acabamos confundindo desejos com necessidades.

Desejos são cultivados, necessidades independem da nossa vontade ou da nossa contribuição consciente para existirem. A fome, por exemplo, não é um desejo, é uma necessidade. Todos nós sabemos disso. Poucos de nós reconhecemos, porém, que a felicidade é igualmente uma necessidade. E felicidade não é o oposto da tristeza, o oposto da tristeza, digo, é a alegria. Felicidade é plenitude. Todos nós temos uma necessidade interna de sermos felizes. Uma necessidade de sermos livres da limitação. Nós temos uma conclusão íntima de que somos limitados e queremos nos livrar dessa conclusão.

Se você tem um desejo, que é cultivado, você tem opção de realizá-lo ou não. E você pode não ter os meios de satisfazê-lo. Um montanhista precisa ter pernas e braços para escalar. Uma telefonista precisa escutar para executar o seu trabalho. Porém, se você possui um desejo que é natural, que não é cultivado, ele está fora do seu controle e, naturalmente, você possui os meios de realizá-lo. Assim é a ordem do Universo, se existe uma necessidade, há os meios de suprir essa necessidade. Você tem fome e a natureza lhe fornece os meios de supri-la; você precisa respirar e a natureza lhe provê o ar necessário; você sente sede, há água para saciá-la.

Sabemos o quão é difícil abrir mão de desejos quando estes estão estabelecidos. Das necessidades, por sua vez, não temos nenhuma liberdade para decidir que não vamos supri-las. Nós não podemos abrir mão de querermos ser pessoas, plenas, livres. Todos nós, por diferentes meios, buscamos a completude e a liberdade. Então, só temos uma opção: realizar essa necessidade. Pois, certamente a natureza nos proveu de todos os meios de realizarmos essa necessidade.

Podemos perguntar, então: de onde vem essa necessidade básica? Vem da nossa verdadeira natureza, que é de completude. Em diversos momentos das nossas vidas nós experimentamos a felicidade. E com essa lembrança interna seguimos em busca de uma experiência mais duradoura, achando que a encontraremos fora de nós. Não conseguimos reconhecer que o objeto exterior apenas fez com que relaxássemos e revelou a nossa real natureza.

Não reconhecendo essa felicidade dentro de nós, buscamos meios para realizar essa necessidade que não são eficientes. De tal maneira que podemos observar que nós continuamos buscando, buscando, buscando e parece que nunca alcançaremos a tão esperada felicidade. Isso acontece porque a felicidade não pode ser adquirida, ela já faz parte de nós. Todas as experiências que achamos que vão nos trazer completude, quando atingidas sentimo-nos realizados, porém a mente logo sente-se entediada e sai em busca de outra coisa. Observe esse processo acontecer e reconheça-o. Essa observação é fundamental no caminho do autoconhecimento.

Ao reconhecermos essa busca que parece não cessar, o que devemos fazer, abandonar a busca que é movida pela necessidade? Se é uma necessidade, não temos como abandonar, pois é natural. Mas ao mesmo tempo não conseguimos satisfazê-la. Então chegamos a um impasse. Não tenho como abandonar a necessidade de ser completo e não conheço os meios para satisfazê-la.

Analisando isso, nos sentimos desprotegidos, desamparados como uma criança. Temos uma profunda carência, mas fomos educados a não reconhecê-la e muito menos a pedir ajuda para resolvê-la. Então mascaramos esse sentimento com um ar de autoconfiança perante a maior parte das pessoas e o extravasamos em momentos de intimidade, nos relacionamentos mais próximos. E assim seguimos projetando a nossa completude em objetos, em realizações e nas pessoas que quebram a nossa armadura e conseguem se aproximar do ser carente que somos.

Qual a saída então? Adquirir coisas não é a solução. O que desejamos não é uma coisa. Felicidade é uma coisa? Felicidade, plenitude e liberdade não são coisas, não podem ser adquiridas por nós, pois já somos liberdade e felicidade. A felicidade está exatamente onde está o que nos aprisiona. Onde está o aprisionamento, na nossa testa? A testa não se sente pequena. Ela não tem complexo. Ela simplesmente é, assim como os animais. Animais não têm conflito com auto-imagem.

“Eu não sou bom o suficiente, eu sou limitado, sou infeliz” é uma conclusão que existe na idéia que nós temos de nós mesmos. Está na nossa mente. O que nos aprisiona e nos faz infelizes é a nossa própria mente. A liberdade não está fora de onde está o que nos aprisiona. Quantas pessoas na história da humanidade descobriram a liberdade e a felicidade dentro de uma cadeia! Portanto, a liberdade e a felicidade não estão fora, no amanhã, no céu, no pós-morte.

Descobrir é o que nós precisamos, já está tudo aqui, já possuímos tudo, não iremos produzir nada de novo dentro de nós. Para descobrir não é necessário fazer força, transformar, mudar, agir. Qualquer verbo que use para expressar o que é necessário não é totalmente adequado, porque não é uma ação que vai nos levar à felicidade. Talvez os verbos mais adequados a se usar sejam “relaxar” ou “entregar”. Mas relaxar não é uma ação, é uma atitude.


O que é necessário é uma mudança cognitiva, uma mudança na maneira como nos enxergamos e como enxergamos o mundo. Primeiro, é preciso reconhecer que nós não somos separados do Todo e que o mundo não é um ambiente hostil do qual precisamos nos defender. Tudo está dentro de uma Ordem perfeita e nós fazemos parte dessa Ordem. Segundo, é importante fazermos o que for o nosso dever para mudarmos em nós e no mundo o que for possível mudar, para contribuir com o Todo. Terceiro, é fundamental, para mantermos a nossa mente tranquila, abrirmos mão do controle e relaxarmos quanto ao resultado das nossas ações, pois o que recebemos como resultados delas é um grande mistério e faz parte de uma Ordem sobre a qual não temos controle.


Por fim, percebemos que a vida é um fluxo constante de transformações. Relaxados, conseguimos assistir a esse grande espetáculo com serenidade e contemplação, sem perdermos o nosso estado natural, que é de paz e felicidade. Para isso, precisamos abrir mão de uma auto-imagem estática, de nós e do mundo, construída desde muito tempo, e seguir o fluxo de transformação constante da vida. E como um rio que passa, passamos pela vida, com placidez e beleza, sem a necessidade de querermos sugar dos outros e das coisas a nossa felicidade, mas reconhecendo-a em nós mesmos. Quando reconhecemos a felicidade em nós mesmos, reconhecemo-a em todas as situações, até mesmo nos momentos de tristeza ou solidão. Então não somos mais aqueles que constantemente querem tirar do mundo, tornamo-nos aqueles que acrescentam ao mundo. Aqueles que ajudam os outros a suprir as suas necessidades, inclusive a de descobrir a felicidade.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Mensagem

“A vida nos oferece uma porção de prazeres, dor, aborrecimentos, felicidade...
Mas você deve entender uma coisa: é temporário.
A vida muda.”

Yogi Bhajan

quinta-feira, 18 de março de 2010


PENSAR É TRANSGREDIR

Por Lya Luft

Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos.
Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido.
Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo.
Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: "Parar pra pensar, nem pensar!"
O problema é que quando menos se espera ele chega, o sorrateiro pensamento que nos faz parar. Pode ser no meio do shopping, no trânsito, na frente da tevê ou do computador. Simplesmente escovando os dentes. Ou na hora da droga, do sexo sem afeto, do desafeto, do rancor, da lamúria, da hesitação e da resignação.
Sem ter programado, a gente pára pra pensar.
Pode ser um susto: como espiar de um berçário confortável para um corredor com mil possibilidades. Cada porta, uma escolha. Muitas vão se abrir para um nada ou para algum absurdo. Outras, para um jardim de promessas. Alguma, para a noite além da cerca. Hora de tirar os disfarces, aposentar as máscaras e reavaliar: reavaliar-se.
Pensar pede audácia, pois refletir é transgredir a ordem do superficial que nos pressiona tanto.
Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida.
Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar.
Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo.
Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos.
Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem.
Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada.
Parece fácil: "escrever a respeito das coisas é fácil", já me disseram. Eu sei. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado.
Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança.
Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade.
Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for.
E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.

*******Fiquei muito Feliz quando li este texto e visualizei alguns conceitos ligados ao universo do yoga ...entre eles o conceito de samskaras e samsara...se não pararmos para rever nossos pensamentos e atitudes frente a vida estaremos sempre girando a mesma roda e voltanto sempre para o mesmo lugar e para padrões antigos de comportamentos... e este é o momento de evoluir!
Namaskar!**********
Deza

quarta-feira, 17 de março de 2010

HORA DO PLANETA

Em 27 de março, das 20h30 às 21h30, o mundo inteiro vai apagar as luzes e protestar contra o aquecimento global.


A Hora do Planeta 2009 teve meio bilhão de participantes em 88 países.
Monumentos e locais simbólicos, como a Torre Eiffel, o Coliseu e a Times Square, além do Cristo Redentor e outros ficarão uma hora no escuro.


Com a sua ajuda, este ano vamos chegar a 1 bilhão de participantes. Será uma demonstração grandiosa de que a população do planeta exige o combate aos efeitos das mudanças climáticas.

Acesse: www.horadoplaneta.org.br

sexta-feira, 5 de março de 2010

PARA TOCAR A ALMA E O CORAÇÃO



TRADUÇÃO:

"Você é minha mãe, você é meu pai, é minha família e meu amigo. É meu conhecimento e minha riqueza. Você é tudo, a luz das luzes é você"

terça-feira, 2 de março de 2010

I - Inteligencia Espiritual - por Dana Zohar

No livro QS - Inteligência Espiritual, lançado no ano passado, a fí­sica e filósofa americana Dana Zohar aborda um tema tão novo quanto polêmico: a existência de um terceiro tipo de inteligência que aumenta os horizontes das pessoas, torna-as mais criativas e se manifesta em sua necessidade de encontrar um significado para a vida. Ela baseia seu trabalho sobre Quociente Espiritual (QS) em pesquisas só há pouco divulgadas de cientistas de várias partes do mundo que descobriram o que está sendo chamado "Ponto de Deus" no cérebro, uma área que seria responsável pelas experiências espirituais das pessoas. O assunto é tão atual que foi abordado em recentes reportagens de capa pelas revistas americanas Neewsweek e Fortune. Afirma Dana: "A inteligência espiritual coletiva é baixa na sociedade moderna. Vivemos numa cultura espiritualmente estúpida, mas podemos agir para elevar nosso quociente espiritual". Aos 57 anos, Dana vive em Inglaterra com o marido, o psiquiatra Ian Marshall, co-autor do livro, e com dois filhos adolescentes. Formada em fí­sica pela Universidade de Harvard, com pós-graduação no Massachusetts Institute of Tecnology (MIT), ela atualmente leciona na universidade inglesa de Oxford. É autora de outros oito livros, entre eles, O Ser Quântico e A Sociedade Quântica, já traduzidos para português. QS - Inteligência Espiritual já foi editado em 27 idiomas, incluindo o português (no Brasil, pela Record). Dana tem sido procurada por grandes companhias interessadas em desenvolver o quociente espiritual de seus funcionários e dar mais sentido ao seu trabalho. Ela falou à EXAME em Porto Alegre durante o 300 Congresso Mundial de Treinamento e Desenvolvimento da International Federation of Training and Development Organization (IFTDO), organização fundada na Suécia, em 1971, que representa 1 milhão de especialistas em treinamento em todo o mundo. Eis os principais trechos da entrevista: O que é inteligência espiritual?
É uma terceira inteligência, que coloca nossos atos e experiências num contexto mais amplo de sentido e valor, tornando-os mais efetivos. Ter alto quociente espiritual (QS) implica ser capaz de usar o espiritual para ter uma vida mais rica e mais cheia de sentido, adequado senso de finalidade e direção pessoal. O QS aumenta nossos horizontes e nos torna mais criativos. É uma inteligência que nos impulsiona. É com ela que abordamos e solucionamos problemas de sentido e valor. O QS está ligado à necessidade humana de ter propósito na vida. É ele que usamos para desenvolver valores éticos e crenças que vão nortear nossas ações. De que modo essas pesquisas confirmam suas idéias sobre a terceira inteligência?
Os cientistas descobriram que temos um "Ponto de Deus" no cérebro, uma área nos lobos temporais que nos faz buscar um significado e valores para nossas vidas. É uma área ligada à experência espiritual. Tudo que influência a inteligência passa pelo cérebro e seus prolongamentos neurais. Um tipo de organização neural permite ao homem realizar um pensamento racional, lógico. Dá a ele seu QI, ou inteligência intelectual. Outro tipo permite realizar o pensamento associativo, afetado por hábitos, reconhecedor de padrões, emotivo. É o responsável pelo QE, ou inteligência emocional. Um terceiro tipo permite o pensamento criativo, capaz de insights, formulador e revogador de regras. É o pensamento com que se formulam e se transformam os tipos anteriores de pensamento. Esse tipo lhe dá o QS, ou inteligência espiritual. Qual a diferença entre QE e QS?
É o poder transformador. A inteligência emocional me permite julgar em que situação eu me encontro e me comportar apropriadamente dentro dos limites da situação. A inteligência espiritual me permite perguntar se quero estar nessa situação particular. Implica trabalhar com os limites da situação. Daniel Goleman, o teórico do Quociente Emocional, fala das emoções. Inteligência espiritual fala da alma. O quociente espiritual tem a ver com o que algo significa para mim, e não apenas como as coisas afetam minha emoção e como eu reajo a isso. A espiritualidade sempre esteve presente na história da humanidade.
No iní­cio do século 20, o QI era a medida definitiva da inteligência humana. Só em meados da década de 90, a descoberta da inteligência emocional mostrou que não bastava o sujeito ser um gênio se não soubesse lidar com as emoções. A ciência começa o novo milênio com descobertas que apontam para um terceiro quociente, o da inteligência espiritual. Ela nos ajudaria a lidar com questões essenciais e pode ser a chave para uma nova era no mundo dos negócios. Dana Zohar identificou dez qualidades comuns às pessoas espiritualmente inteligentes. Segundo ela, essas pessoas:
1. Praticam e estimulam o autoconhecimento profundo.2. São levadas por valores. São idealistas.3. Têm capacidade de encarar e utilizar a adversidade.4. São holísticas.5. Celebram a diversidade.6. Têm independência.7. Perguntam sempre "por quê?"8. Têm capacidade de colocar as coisas num contexto mais amplo.9. Têm espontaneidade.10. Têm compaixão.
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Fontes: http://elisabethlicata.bloguez.com/ElisabethLicata/613163/INTELIG-NCIA-ESPIRITUAL-Dana-Zohar

II - Os doze princípios da inteligência espiritual por Danah Zohar

Os 12 princípios da inteligência espiritual por Danah Zohar“Ecologia interior” não é para místicos e esotéricos. Os palestrantes da primeira mesa do II Fórum Internacional de Comunicação e Sustentabilidade, que está sendo realizado em São Paulo, concordam que é preciso avançar nas questões sociais antes de se pensar em resolver os conflitos envolvendo meio ambiente. Respeito a diversidade, apego à arte e as coisas belas e postura individual voltada pela paz: esse foi o tom das falas, mas um eu voltado à conexão com o universo.Viagem? Muito inspiradora, na fala da física e filósofa americana Danah Zohar. Formada pelo MIT – Massachusetts Institute of Technology, dá aulas sobre liderança em Oxford, na Inglaterra, e escreve livros sobre física quântica – alguns já publicados no Brasil (clique aqui para vê-los). Deu uma “aula” estimulante não sobre ecologia, mas sobre inteligência espiritual – tão necessária para que a as ações pelo meio ambiente encontrem eco em toda a sociedade.“Inteligência espiritual tem a ver com o que eu sou, com os meus valores”, lembra a pensadora, que avisa: precisamos alimentar essa inteligência para motivar a cooperação – entre a família, a comunidade, os países. Só assim vamos encontrar soluções positivas para o planeta, e nos encontrar nessa busca também.Acompanhe o que Danah expôs sobre os princípios da inteligência espiritual – e motive-se!1.Tenha pensamentos positivos, sempre. Não pense como vítima das circusntâncias, pense que sofrer é uma oportunidade de ser forte. “A crise econômica atual” é uma oportunidade de pensar nossos valores”, lembra Danah.2. Descubra quem você é. O que me faz levantar de manhã? Para que eu vivo, por o que daria minha vida? O que me motiva para fazer coisas todos os dias? Quem eu sou realmente? Comprar, trabalhar, sair com os amigos faz parte de nosso universo, mas o “ser” é mais do que isso. Quando eu digo “minha vida é minha oração”, significa saber que minha vida é um ´presente de Deus e que precisamos fazer a diferença nesse planeta.3. Tenha humildade. Precisamos saber que o que fazemos parte de um sistema, e que precisamos prestar atenção nos outros, lembrando que existem diversos pontos-de-vista – não o seu, unicamente.4. Viva a compaixão. A origem dessa palavra significa “sentir com”. Sentir a dor do outro como se fosse a sua dor. “Eu não somente cuido dos pobres, eu sou pobre. “O planeta é parte de mim – nascemos quando o Big Bang surgiu”. Lembre-se sempre: eu sinto que sou você, e que você sou eu.5. Reveja seus valores. Precisamos pensar menos em “eu, mim” e mais em “nós, nossos”. E precisamos rever nossos valores para servir uns aos outros. Compo fazer isso? “Pergunte a você mesmo, qual é o melhor que você pode dar”.avisa a filósofa.6. Viva o presente. Tire o peso do passado e das preocupações – e.viva o agora!7. Estamos conectados, e o jeito que vivo minha vida afeta a vida do outro. “Se me sinto negativo, espalho essa negatividade para minhas relações, minha comunidade. Mas se me sinto esperançosa e que posso fazer melhor, espalho essa atitude para as outras pessoas”.8. Responda a uma questão fundamental: sempre perguntar porquê! Nós nos fechamos a verdade se não questionamos.9. Mude a sua mente, seus paradigmas, e coloque seus pontos-de-vista sob uma nova perspectiva. Isso é muito necessário no meio empresarial, destacou Danah. “Precisamos de uma revolução do pensamento também nas lideranças e na educação”. Educação significa memorização, imposição? Ou é ajudar as crianças a fazerem boas perguntas? “A mídia também precisa rever o seu papel e ajudar as pessoas a formarem consciência crítica.10. Valorize seus princípios, mesmo que sejam impopulares. Entretanto, não seja arrogante de que está certo, mas questione-se. Escute os outros, mas veja o que você quer acreditar, para o que você quer lutar.11. Celebre a diversidade. Isso não significa numa empresa, por exemplo, colocar uma mulher ou negro num cargo alto, mas construir um pensamento do que significa a diferença para você, e o que ela tem a te ensinar. Dizer “obrigada por ser diferente, por me fazer questionar a mim mesmo”.12. Descubra a sua vocação, o seu propósito de vida e em como você pode fazer a a diferença. “Você não precisa ser o Gandhi ou o Barack Obama. Cozinhar um bolo pra sua família, um pai que vai brincar com seu filho, dando o seu melhor, é uma maneira de servir a humanidade com o melhor que temos”.Para terminar, um recado aos educomunicadores e educadores em geral: “eu chamo a todos para a revolução não-violenta, onde as novas tecnologias podem mudar o mundo, sim, e que é preciso acreditar que você pode fazer a diferença”.

fonte: http://belezasustentavel.wordpress.com/

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

GUIA POSTURAL

NATARAJASANA – postura de Shiva bailarino
COMO FAZER:

A partir de tadasana, de pé com as pernas esticadas e os pés apoiados no chão;
Leve o pé direito para trás e segure-o com a mão direita, puxe o pé o mais alto que você conseguir permanecendo com a perna esquerda esticada. O Braço esquerdo pode ficar paralelo ao solo ou esticado para cima. Permaneça respirando com consciência e concentração.

BENEFICIOS:


Trabalha concentração e equilíbrio, flexibilidade e distensão da musculatura da perna e virilha, atua também no grande reto abdominal. Nos aspectos psicológicos, evoca as qualidades de Shiva relacionadas a paciência e desapego

AOS MESTRES

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