Ganesha simboliza a sabedoria, inteligência, amor, fertilidade e prosperidade. É o primeiro a ser invocado nas cerimônias para garantir o sucesso em qualquer empreendimento. Ele destrói todos os obstáculos materiais e espirituais. Os indianos dedicam à Ganesha o dia 9 de setembro para homenageá-lo (é feriado na Índia e as festividades duram uma semana)... veja "A História de Ganesha" postado no Blog em julho/2009

“O Yoga acredita em transformar o individual antes do universal.
Qualquer mudança que nós quisermos que aconteça fora de nós, deve primeiramente acontecer dentro de nós.
Se você caminha em paz e expressa esta paz em sua vida cotidiana, outros verão você e certamente aprenderão algo.”




segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Gentileza gera Anugraha


Texto de Pedro Kupfer
(retirado do site: www.yoga.pro.br)

O Profeta Gentileza estava em plena atividade quando eu morava em Saquarema, no final dos anos 1980 e início da década de 1990. Nascido José Datrino, este paulista de Cafelândia teve uma epifania que o levou a ajudar vítimas de um incêndio na cidade de Niterói e, depois disso, dedicou o resto da sua vida a confortar os demais com palavras e ações amorosas. Um verdadeiro exemplo de dharma em movimento.

Diz a Wikipédia sobre esta grande alma: "Desde sua infância José Datrino era possuidor de um comportamento atípico. Por volta dos treze anos de idade, passou a ter premonições sobre sua missão na terra, na qual acreditava que um dia, depois de constituir família, filhos e bens, deixaria tudo em prol de sua missão. Este comportamento causou preocupação em seus pais, que chegaram a suspeitar que o filho sofria de algum tipo de loucura, chegando a buscar ajuda em curandeiros espirituais."

Se o Profeta Gentileza tivesse nascido na Índia, certamente seria considerado um sábio e santo, e jamais seus pais teriam pensado que ele era louco. Quando eu chegava de ônibus na rodoviária do Rio de Janeiro, via os esplendorosos murais que ele pintava ao longo do Viaduto do Cajú e me perguntava o que isso significaria, e quem teria deixado essas mensagens.

O adágio que mais se repetia naquelas inscrições, recentemente restauradas, era "Gentileza gera Gentileza. Amor". Vim saber dele muito tempo depos, quando já havia falecido. Porém, o legado dele, a importância de tratar os demais com consideração e respeito, continua.


Quando pensamos em emoções, atitudes ou virtudes, e a maneira em que elas são vividas e sentidas nas diversas culturas, reparamos que elas podem ter distintas nuanças, como as das cores usadas por diferentes pintores. De cada paleta surgem diferentes universos de cor, que são similares entre si e, no entanto, absolutamente únicos. Assim, não há uma tradução direta e exata com uma única palavra para designar esse tipo de emoção ou atitude, de cultura para cultura.

Há duas palavras para dizer gentileza em sânscrito, todas ligadas à vida de Yoga: prasada e anugraha. Prasada é o termo mais freqüente usado na língua sânscrita para denotar graça ou gentileza. Essa palavra deriva da raiz sad, que significa “estabelecer-se” ou “sentar”.

Prasada tem dois sentidos: por um lado, designa qualidades como gentileza, serenidade e bom-humor enquanto que, por outro, ainda significa calma, pureza e clareza. Se este termo está ligado sempre as manifestações mais harmoniosas da divindade, é por que a gentileza, a graça e as demais qualidades são de fato divinas.

A segunda maneira de dizer gentileza é anugraha. O Bhagavata Purana usa repetidas vezes o termo anugraha como expressão da compaixão de Ishvara por todas as criaturas. Adi Shankaracharya, ao longo de toda sua obra, igualmente menciona anugraha como a graça que possibilita a libertação, a saída do samsara, o ciclo de nascimentos e mortes.

O oposto de anugraha é nigraha, que pode ser compreendido como obstrução para a liberdade, ou ficar preso aos condicionamentos. Seja qual for a palavra que usarmos em sânscrito para dizer gentileza, essa gentileza tem duas dimensões: a divina em relação ao humano, e a da convivência entre os humanos.

A gentileza, seja como prasada, seja como anugraha, sempre aparece nos textos de Yoga ligada ao estado de graça produzido pela contemplação, o êxtase ou o arrebato devocional. Gentileza é aquilo que naturalmente surge quando a pessoa amadurece emocionalmente ou se aproxima desse estado de consciência que é moksha, a liberdade. Como todas as demais virtudes, a gentileza é um efeito colateral da maturidade emocional.

Nesse sentido, creio que a nossa sociedade poderia ser mais feliz se descobrisse o valor da gentileza. Para isso, como ensinou o Profeta Gentileza, todos nós devemos fazer a nossa parte no sentido de tornar o mundo um lugar mais agradável.

Assim, podemos pensar em nos colocar na pele dos demais e trabalhar pequenas atitudes, como ceder a passagem no trânsito, não querer sempre chegar em primeiro lugar, ajudar desinteressadamente os necessitados, deixar os outros vencerem de vez em quando, e não sermos tão duros com nós mesmos. Namaste!

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O PRINCÍPIO 90 / 10


Por Stephen Covey

Que princípio é este? Os 10% da vida estão relacionados com o que se
passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como
você reage ao que se passa com você.
O que isto quer dizer? Realmente, nós não temos controle sobre 10%
do que nos sucede. Não podemos evitar que o carro enguice, que o avião
atrase, que o semáforo fique no vermelho. Mas, você é quem determinará os
outros 90%. Como? Com sua reação.
Exemplo: você está tomando o café da manhã com sua família. Sua
filha, ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de
trabalho. Você não tem controle sobre isto. O que acontecerá em seguida será
determinado por sua reação.
Então, você se irrita. Repreende severamente sua filha e ela começa
a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada
da mesa. E tem prosseguimento uma batalha verbal. Contrariado e resmungando,
você vai mudar de camisa. Quando volta, encontra sua filha chorando mais
ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa vai pro
trabalho, também contrariada. Você tem de levar sua filha, de carro, pra
escola. Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é multado. Depois de
15 min. de atraso, uma discussão com o guarda de trânsito e uma multa, vocês
chegam à escola, onde sua filha entra, sem se despedir de você. Ao chegar
atrasado ao escritório, você percebe que esqueceu de sua maleta. Seu dia
começou mal e parece que ficará pior. Você fica ansioso pro dia acabar e
quando chega em casa, sua esposa e filha estão de cara fechada, em silêncio
e frias com você.
Por quê? Por causa de sua reação ao acontecido no café da manhã. Pense: por
quê seu dia foi péssimo?
A) por causa do café?
B) por causa de sua filha?
C) por causa de sua esposa?
D) por causa da multa de trânsito?
E) por sua causa?
A resposta correta é a E. Você não teve controle sobre o que aconteceu com o
café, mas o modo como você reagiu naqueles 5 min. foi o que deixou seu dia
ruim.
O café cai na sua camisa. Sua filha começa a chorar. Então, você diz
a ela, gentilmente: "está bem, querida, você só precisa ter mais cuidado".
Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela
janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui, dando
adeus com a mão.
Notou a diferença? Duas situações iguais, que terminam muito
diferente. Por quê? Porque os outros 90% são determinados por sua reação.
Aqui temos um ex. de como aplicar o Princípio 90/10. Se alguém diz
algo negativo sobre você, não leve a sério, não deixe que os comentários
negativos te afetem. Reaja apropriadamente e seu dia não ficará arruinado.
Como reagir a alguém que te atrapalha no trânsito? Você fica
transtornado? Golpeia o volante? Xinga? Sua pressão sobe? O que acontece se
você perder o emprego? Por quê perder o sono e ficar tão chateado? Isto não
funcionará. Use a energia da preocupação para procurar outro trabalho. Seu
vôo está atrasado, vai atrapalhar a sua programação do dia. Por quê
manifestar frustração com o funcionário do aeroporto? Ele não pode fazer
nada. Use seu tempo para estudar, conhecer os outros passageiros.
Estressar-se só piora as coisas.
Agora que você já conhece o Princípio 90/10, utilize-o. Você se
surpreenderá com os resultados e não se arrependerá de usá-lo. Milhares de
pessoas estão sofrendo de um stress que não vale a pena, sofrimentos,
problemas e dores de cabeça.
Todos devemos conhecer e praticar o Princípio 90/10.
Pode mudar a sua vida!

terça-feira, 3 de agosto de 2010

YOGA PELA PAZ!


No dia 15 de agosto de 2010 estaremos em São Paulo representando a AMYOGA e o Espaço Ganesha Shala no Yoga Pela Paz!
Juntos Com krishna Das e Jai Uttal!

Hari om!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Pra finalizar: Seja você a mudança que você quer ver!

Inúmeros são os bons conselhos, mesmo daqueles que não escrevem o que pensam. Alguns disseram que não conseguiram expressar o que gostariam de dizer desta postagem. Alguns disseram que concordavam com o que os outros já tinham dito.Por isto consideravam o que tinham pra dizer como algo já dito.
Mas o fato é que apesar de parecer uma simples postagem com alguns comentários, este foi um meio para se fazer refletir.
Porque é tão difícil pensar sobre o que você pode fazer em sua vida e/ou em seu dia à dia para melhorar o seu relacionamento com as outras pessoas e com o mundo?
Porque é tão difícil se posicionar diante desta pergunta?
Acho que precisamos passar mais tempo á sós e em silêncio, apenas observando o que vem de dentro.
Precisamos nos conhecer mais, saber quais são nossos verdadeiros anseios, saber onde estamos e para onde queremos ir. Ser quem se é. Nem mais, nem menos. Lapidar em autoconhecimento, lapidar em amor e verdade, mas simplesmente SER.
Não podemos dar bons conselhos sem ao menos nos conhecermos a nós mesmos. Não podemos melhorar o nosso relacionamento com os outros e com o mundo se não estamos nos relacionando em paz com nosso próprio ser interior.
Antes de olhar pra fora é preciso olhar pra dentro.
Técnicas para se controlar, oração, meditação, paciência, amor...são ótimas ferramentas e só dependem de um ser interno com vontade de fazer a diferença, um ser que esteja disposto a avançar e encontrar o caminho para a verdadeira felicidade e bem aventurança. Alguém que queira de verdade encontrar a paz interior, a Genuína paz. Para finalizar a minha resposta, coloco-me em silêncio.
Agradeço á todos que participaram (direta e indiretamente)
Namastê!
(o Deus em mim, saúda o Deus em Você)

terça-feira, 6 de julho de 2010

SEJA VOCÊ A MUDANÇA QUE VOCÊ QUER VER NO MUNDO!



O que você pode fazer em sua vida e/ou em seu dia à dia para melhorar o seu relacionamento com as outras pessoas e com o mundo?
Faça o seu comentário dê sua opinião...
vamos construir um texto juntos!
vamos interagir!

Namastê!
Andreza

segunda-feira, 28 de junho de 2010

ZEN NO TRÂNSITO


Por Patrícia Ribeiro

Todos os dias a cena se repete. É só ligar o rádio depois das 5 horas em uma grande metrópole e as notícias são sempre as mesmas: engarrafamentos sem fim em quase todos os cantos da cidade. Se você é uma daquelas pessoas que depende do carro para trabalhar e, infelizmente, não pôde aderir à bike como meio de transporte por problemas estruturais ou de distância, deve passar boa parte do tempo preso dentro do carro, refém de um trânsito caótico e de motoristas que parecem ter esquecido todas as normas da boa educação. Haja Yoga para se manter sereno a tantas fechadas, buzinadas e congestionamentos.

Se tem consciência de que terá de enfrentar tudo isso, em vez de bufar, gritar ou ter pensamentos negativos do tipo “não vai dar tempo de chegar” ou “isso sempre acontece comigo”, por que não tentar algumas mudanças de atitude e perceber que é possível, sim, manter-se sereno no trânsito? Conversamos com professores de Yoga e com a mestre em zen budismo, monja Coen, que nos deram sábios conselhos e dicas para administrar o estresse atrás do volante.

Glauco Tavares, professor de Yoga e proprietário do Yoga Shivalaya, em São Paulo, conta uma história que aconteceu com ele: “Estava pensando na pergunta ‘por que praticar Yoga’ e com isso em mente entrei no carro e saí em direção à minha casa. Após uns cinco minutos deparei com um táxi fazendo uma conversão proibida e o motorista falando ao celular. Logo, quase colidi com o táxi. Minha reação naquele momento foi tirar o carro da lateral do taxista, atravessado na pista, e buzinar forte. Dois mil metros à frente, parei o carro em um semáforo e fui surpreendido com um soco no cotovelo por um homem, agora em pé, ao lado do meu carro, aos berros. Enquanto eu tentava argumentar para saber quem era aquele senhor, levei um ‘belo’ soco na boca sentado no banco do carro. Juro que fiquei sem reação, na verdade eu não acreditava. Então, aos gritos, aquele senhor disse que era o taxista. Mas me surpreendi com os próximos instantes: uma calma tão grande se fez presente, que a única coisa que eu dizia era para ele voltar para o seu carro, pois estava completamente fora de si. Aquela situação durou cerca de um minuto, mas mantive uma calma que não esperava. Voltei a dirigir mantendo a mesma serenidade, como se não houvesse ocorrido nada, minha respiração sob controle, um sentimento tão grande de compaixão por aquele homem, que estava visivelmente transtornado. Alguns segundos e uma voz silenciosa se manifestou: ‘Está aí sua resposta, é para isso que você pratica Yoga’. Confesso que a resposta poderia vir sem aquele soco na boca”, conta.

Yoga na prática

Essa história ilustra o que devemos ter em mente: não adianta apenas praticar na sala de aula, suar no mat, fazer pranayamas e meditar todos os dias se não levamos a prática para o nosso cotidiano. Também não adianta ouvir CDs de relaxamento, entoar mantras ou meditar com japamala depois de levarmos uma fechada ou quando todos os motoristas estiverem buzinando ao mesmo tempo. O ideal é cultivar uma mudança de pensamento antes de uma situação tensa. Marcos Rojo, coordenador do curso de pós-graduação de Yoga da UniFMU, diz: “Para os menos devocionais, ficar ouvindo repetidamente cantos ou mantras num momento de estresse poderá deixá-los ainda mais nervosos. Temos de ser sinceros. Não adianta ser hipócrita e ficar dizendo a si mesmo o tempo todo: ‘Eu sou um praticante de Yoga e por isso não vou ficar nervoso com este estúpido que me deu uma fechada’. Nessa altura, provavelmente você já ficou nervoso e está apenas se enganando. É preciso reagir antes que um estado não saudável se instale na mente. Ouvir CDs de aulas de grandes mestres sobre temas como o Bhagavad Gita ou Upanishads poderão distraí-lo, fazendo com que não se sinta perdendo tempo, caso você goste do assunto. Repetir um mantra também vai depender do envolvimento de cada um com a técnica. Embora não seja um bom momento para a meditação, é importante criar uma condição passiva, já que para os que moram em cidades grandes, o trânsito não é sua escolha, é fato”, conclui.

Mudança de atitude

Para aqueles momentos em que o trânsito não anda, fazer alguns exercícios respiratórios poderá deixá-lo mais calmo. Há métodos simples que qualquer um pode fazer, praticante de Yoga ou não.

Marcos Rojo enfatiza que o pranayama é uma preparação para a meditação e que os antigos yogis possivelmente achariam bizarro uma técnica tão sofisticada para um objetivo tão comum, e compara: “Seria quase o mesmo que convidar a Orquestra Filarmônica de Berlim para tocar Mamãe eu quero. Sendo assim, vamos considerar o controle do ritmo respiratório como estratégia para a diminuição do estado de ansiedade. Respirar lenta e profundamente pelas narinas, com a expiração pelo dobro do tempo da inspiração, contraindo um pouco a glote e emitindo um som muito suave (ujjayi pranayama) por pelo menos dez repetições, já será muito proveitoso para nos acalmar”, afirma.

De tanto ouvir as pessoas se queixando sobre o estresse no trânsito, a professora Nicole Witek, do instituto que leva seu nome em São Paulo, produziu um CD com técnicas de relaxamento para fazer durante engarrafamentos, no trabalho e em casa. “Aconselho acolher os sentimentos de frustração, raiva e aplicar os métodos de Yoga: buscar uma emoção positiva, focar a atenção na região do coração e continuar respirando calma e tranquilamente para que o sangue possa trocar sua química relativa ao estado de estresse (adrenalina, cortisol, açúcar) para uma química de bem-estar. É como se fosse uma minimeditação. Manter essa emoção positiva por alguns minutos reverte a produção de secreções no corpo que danificam a saúde e leva a um estado de tranquilidade”, explica.

Monja Coen ensina: “Verifique que não estamos sozinhos e que não é alguma coisa pessoal, contra nós especialmente. Alinhe a coluna vertebral e a cervical. Sinta seus pés, suas mãos, todo o seu corpo. Perceba o processo mental da impaciência, raiva, agonia, tristeza, alegria — porque muitas vezes ficamos alegres por algum engarrafamento que dificulta um encontro desagradável que fomos obrigados a marcar. Engarrafamento não é apenas horrível. Pode ser bom. Pode se fazer amigos, principalmente consigo mesmo. Esteja presente no que está sentindo e observe que tudo é passageiro. Se você estiver aflito, seja gentil com você. Não fale palavrões, não faça gestos rudes e ásperos, não queira estar em outro local. Não insulte a si mesmo. Não insulte a cidade, os carros, as pessoas, o trânsito. Pense em soluções melhores. Faça sugestões e as envie ao Departamento de Trânsito. Atue para transformar. Seja a transformação que quer no mundo. E lembre-se: se for pegar um bom engarrafamento, é melhor levar alguns alimentos no carro, água, sucos, livros, revistas, CDs. E não se esqueça de ir ao banheiro antes de sair. E, quando vir alguém muito bravo, cortando, xingando, buzinando, pense que essa pessoa nunca fez Yoga, nunca meditou, desconhece o Zen e o autocontrole e, quem sabe, esteja muito mesmo querendo ir ao banheiro. Dê passagem e o abençoe para que atinja seus objetivos com êxito, sucesso e em tempo hábil. Querer, pensar e fazer o bem faz muito bem”.

Algumas sugestões para fazer no carro:

- Lentamente leve o queixo para baixo, depois gire a cabeça para os dois lados como se a orelha fosse tocar os ombros.
- Inspire e expire fazendo movimentos circulatórios com os ombros para a frente várias vezes e depois para trás.
- Busque um bom posicionamento no banco do carro, ajeitando bem os ísquios para manter a coluna ereta.
- Traga os dedos dos pés na direção da tíbia e depois leve-os à frente esticando bem o peito do pé. Faça movimentos giratórios com os pés, ora no sentido horário, ora no sentido anti-horário.
- Pequenas massagens que podemos fazer nos ombros e pescoço, apertando e soltando, para melhorar a circulação local, também ajudam.

Publicado originalmente na PYJ nº 26

AOS MESTRES

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